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O Ejido: Mesmo Caldo De Cultura Quinze Anos Depois

Um passeio pela zona Leste e do centro de Aveiro e as tuas imediações, onde se concentra hoje um vasto número de operações marroquinos, fornece ao visitante uma intuição de absoluta normalidade, de coexistência pacífica. Durante o tempo que os homens se concentram em bares e cafés, chama a atenção a presença de algumas mulheres compras com seus vestidos típicos. Hoje, o número de marroquinos é praticamente o mesmo que sendo assim, mais de 15.500 dentro dos quase 27.000 estrangeiros que elevam a 85.000 os vizinhos de Aveiro.

Sua circunstância melhorou sensivelmente, como mostra em tal grau a presença de famílias inteiras, como a subsistência de um extenso número de bazares, cafés, talhos, lojas e salões que regentan cidadãos do nação vizinho. Há mesmo potentados com até quatro ou 5 negócios abertos. Há bem como oficinas de mecânica e alguns têm dado um passo a mais: de trabalhar como diaristas pra ter seus pequena estufa com trabalhadores a teu cargo, quase sempre, de tua mesma nacionalidade. Todavia, ao desenterrar nesta área encontram-se sinais que afirmam que o caldo de cultivo prévio aos distúrbios de El Ejido, continua presente em certa quantidade. Na cidade, os negócios marroquinos não são visitados, salvo raríssimas exceções, por autóctones. E são vários os magrebinos que apenas falam castelhano, nos últimos anos, em Portugal.

O pior ainda está pela periferia: a área de estufas de Terras de Almeria seguem hacinándose em povoados de favelas milhares de sem papéis nem serviço, se bem que isto também teve muita responsabilidade da decadência. Os agricultores dizem que tiveram que baixar os salários aos seus empregados, e continua tendo desaprensivos que continuam pressionando a quem não pode solicitar cada justo do serviço. O bairro de parque de diversões de Daza sofreu com especial participação dos atentados.

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Ali vivem, hoje, com seus 7 filhos a jovem Lola Gomes e teu marido, o marroquino Mustafá O Jabani, de quarenta e três e quarenta e um anos respectivamente, donos do boteco Sevilha, que foi apedrejado e atacado por hordas de vizinhos. Lola, que reconhece que permaneceu semanas “com tremores” e que estavam com o foco de fazer as malas.

E é que, na noite do dia seis de fevereiro, o casal viu como por volta de 30 pessoas se concentrava nas portas do botequim. Entretanto um dos atacantes da agarrou o pescoço e entregou-o com agressividade pro recinto. A horda continuou percorrendo a rodovia principal até destruir um centro de atendimento e atear fogo a uma casa. Mustafá fugiu perto com tua filha de 6 anos e teu cunhado campo por intermédio de e refugiou-se em uma zona de estufas, até que passaram os distúrbios. Lola voltou naquela mesma noite o boteco e encontrou 6 marroquinos “detalhes e direitos” escondidos nos banheiros.

A família vive hoje relativamente tranquila, apesar de ainda sentem a respeito de tuas nucas “os olhos hostis de diversas pessoas, uma questão que não acontece em Almeria capital ou de Sevilha”. O botequim é especializado em comida marroquina e dá desde carne com ameixas a tagen ou harira a ótimo valor.

A clientela é quase exclusivamente magrebino. Lola. Muitos colégios do Oeste são conhecidos como exemplos práticos de integração. Assim como os imigrantes têm muita responsabilidade sobre isto os defeitos de convivência. Lola. Da mesma avaliação é Ibrahim, que aos quarenta e sete anos -mais de vinte em El Ejido – entende o português. Ibrahim teve “sorte” em 2000: vivia em uma área de fazendas e não saiu de residência até que tudo se acalmou. Bem como teve que refugiar-se na sua residência durante dez eternos dias Saíd, que em dois mil agora tinha mais de 5 negócios em El Ejido, todos atacados no decorrer dos distúrbios.

Graças a da instabilidade, só lhe resta um boteco pela estrada Almeria. Só sabe o idioma, como o cabeleireiro Mustafá Soucrat, com pouca clientela, apesar de cobrar a 6 euros o corte. Ele se acredita que os eventos conseguem ter esquecido após quinze anos.